Hoje acordei com o Sol. Com uma vontade imensa de ficar. A mente descrevendo linhas de tarefas intermináveis, ofícios, ofícios, ofícios. E o coração pedindo Paz. E me deixei ficar, docemente. Sem culpa alguma, sem pressa, sem medo. O prazer indescritível de um café da manhã sem a urgência do relógio é simplesmente fascinante. E [...]
Posts de outubro \26\UTC 2011
Lar…
Publicado em Minhas em 26/10/2011 | 1 Comentário »
Passarinhar
Publicado em Carpe Diem em 23/10/2011 | Deixar um comentário »
Saiu para ver o tempo que ia fora, já que dentro, ele ia moroso, porém irrequieto, indefinido. Passinhos miudinhos, a priori, sem pressa de ir-se. Depois, a rua. Ah, a rua! Sem degraus que servissem de empecilho ao ritmado passarinhar. Pondo de lado os caracóis dos cabelos, nada pôde fazer foi com o emaranhado de [...]
Pé-de-raiz
Publicado em Carpe Diem em 16/10/2011 | Deixar um comentário »
Queria plantar. Queria um pé de árvore. Ou dois. Ou uma porção… tanto fazia. “Tudo é pé de alguma coisa mesmo!”, pensava. Lembrava insistentemente dos Baobás. Mas eles acabariam por ocupar espaço considerável. Dava para ser eucaliptos, também. “Não! Eles tornariam a terra árida… melhor não!”. “Bananeiras?! Bananas?!”. Não gostava de bananeiras, tampouco de bananas. [...]
Elas: ensinam! Nós: aprendemos?!
Publicado em Carpe Diem em 12/10/2011 | Deixar um comentário »
Elas nos ensinam a sorrir mais vezes… … e a respeitar suas prováveis lágrimas. Elas nos ensinam que um brinquedo é legal… … melhor ainda se brincarmos junto delas. Elas nos ensinam que um pequenino besouro merece respeito… … e que também somos pequenos, se postos pertos de algo maior. Elas nos ensinam a simplicidade… [...]
Aprendi, com a chuva, que tudo fica mais claro depois dela…
Publicado em Minhas em 02/10/2011 | Deixar um comentário »
E que, verter lágrimas escutando o silêncio dos pingos, é bem menos constrangedor que vê-las escorregar pela face nua, enquanto corro entre carros apressados e inconsequentes, em dias de sol. Não que isto seja uma constante em minha vida. A cada dia torna-se mais raro acontecimento. Hoje passam por minha pele, navalhas. Finíssimas ranhuras rastreiam [...]
